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Campinas,
5 de Outubro de 2008
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As tribos têm crescido assustadoramente nos últimos anos nos centros urbanos, por motivações das mais variadas. A maioria dos jovens se une por um gosto musical, que acaba por refletir no estilo que a tribo adota, tanto na roupa como até mesmo na atitude deles em relação à sociedade. Alguns alunos do colégio Orosimbo
Maia nos deram depoimentos sobre o assunto. Perguntamos sobre o que
definia sua tribo e se sofriam algum tipo de preconceito por pertencer
a uma tribo. A patricinha, Mayara Lemos, Luís Gabriel, que gosta
de bandas japonesas, o pagodeiro Felipe e o esportista Diogo Mesquita
deram seus depoimentos. ![]()
Quando a patricinha, Mayara Lemos, foi perguntada sobre o que definia
sua tribo, disse que "pensando bem, minha tribo é praticamente
uma vida de "luxo", mas com um pouquinho de frescuras. Como
se tudo tivesse que ser do meu jeito.Sou uma pessoa de idéias
próprias, não procura pedir ajuda a ninguém".
Já Otaku ou J Rock, Luis Gabriel curte bandas japonesa, como
The Gazette, Ancafe e Dir un Grey. O pagodeiro Felipe costuma reunir
os amigos para fazer um pagodinho e "curtir a vida e por uns instantes
esquecer os problemas diários". ![]() Sobre a questão do preconceito contra seu modo de ser, Mayara Lemos disse que há bastante, "bastante, pois ninguém é igual a mim e esse meu jeito incomoda a maioria das pessoas. É meu estilo e acho que deve ser respeitado". Luís Gabriel também admite o preconceito, mas diz que já está acostumado, "nem ligo mais". O pagodeito Felipe concorda, mas afirma que "preconceito sempre existe em qualquer lugar, cada um tem seu gosto e estilo, mas de forma geral o preconceito não muda muita coisa". Já Diogo não sofre o problema do preconceito, "no esporte nem rola preconceito, só existe uma zuação entre os amigos mesmo".
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Colégio Orosimbo Maia - Campinas/SP - Brasil |